segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
MELHOR FILME PORTUGUÊS SOBRE ARTE

terça-feira, 8 de novembro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
QUEM VAI À GUERRA fotos de Luís Graça da ante-estreia na Culturgest

destaque - CENTRO NACIONAL DE CULTURA
QUEM VAI À GUERRA da realizadora Marta Pessoa, terá a sua ante-estreia numa sessão especial no Festival Internacional de Cinema Independente IndieLisboa’11 hoje pelas 21.30h no Grande Auditório da Culturgest. A sua estreia comercial nas salas de cinema nacionais terá lugar no dia 16 de Junho em Lisboa, Porto e Aveiro.No ano em que se assinala o cinquentenário do início da Guerra Colonial (1961-1974) é ainda bastante evidente que a Guerra continua a afectar muito directamente os seus ex-combatentes.O universo militar que sustenta uma guerra é tradicionalmente dominado por homens. O país que Portugal foi entre 1961 e 1974 era dominado politicamente por homens.
Mas terão ficado as mulheres fora desta guerra colonial?
Não estão também as mulheres em guerra, mesmo quando esperam?
As mulheres dos soldados portugueses estiveram na guerra, viveram-na, em forma de receios e palavras escritas em aerogramas censurados, ou na descoberta de terras e modos de vida diferentes, com a urgência e o medo a marcar-lhes o quotidiano.
Para o grupo de 46 enfermeiras pára-quedistas, únicas mulheres militares, a realidade era a da experiência directa da guerra, dos ataques, das evacuações, das mutilações e mortes dos soldados que ao longo desses 13 anos de guerra socorreram.Há nestas mulheres uma história da guerra colonial portuguesa.QUEM VAI À GUERRA recria em estúdio, a partir dos objectos, fotografias e ambientes mais marcantes destas memórias femininas, um espaço de apresentação de testemunhos, onde as mulheres partilham as suas histórias de guerra. Em cenários de assumida teatralidade, vão sendo construídas as imagens femininas da guerra, onde os universos doméstico e bélico se cruzam. Cenário feito também de violência e da desolação de uma guerra, contrariando um olhar romântico, que tão rapidamente se pode tornar nostálgico.Se há algo que sobressai do discurso feminino sobre a guerra é a ideia de que esta é sempre iníqua e devastadora. Afinal, é de guerra que se fala.
“A guerra colonial é olhada aqui pelo lado feminino: esposas, noivas, correspondentes, enfermeiras de guerra, companheiras na retaguarda... Experimentam a dor de ver morrer combatentes ou de suportar as sequelas longos anos, testemunhando uma vívida e diferente perspectiva”
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Jornal OJE
O Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa, recebe em antestreia, no próximo dia 13 de Maio às 21h30, o filme "Quem vai à Guerra", da realizadora Marta Pessoa, numa sessão especial no Festival Internacional de Cinema Independente - IndieLisboa'11. Um filme que chega às salas de cinemas portuguesas no dia 16 de Junho em Lisboa, Porto e Aveiro.
No ano em que se assinala o cinquentenário do início da Guerra Colonial (1961-1974), é ainda bastante evidente que a guerra continua a afectar muito directamente os seus ex-combatentes. O universo militar que sustenta uma guerra é tradicionalmente dominado por homens. O país que Portugal foi entre 1961 e 1974 era dominado politicamente por homens. Mas terão ficado as mulheres fora desta guerra colonial? Não estão também as mulheres em guerra, mesmo quando esperam?
As mulheres dos soldados portugueses estiveram na guerra, viveram-na, em forma de receios e palavras escritas em aerogramas censurados, ou na descoberta de terras e modos de vida diferentes, com a urgência e o medo a marcar-lhes o quotidiano.
Para o grupo de 46 enfermeiras pára-quedistas, únicas mulheres militares, a realidade era a da experiência directa da guerra, dos ataques, das evacuações, das mutilações e mortes dos soldados que ao longo desses 13 anos de guerra socorreram. Há nestas mulheres uma história da guerra colonial portuguesa.
"Quem vai à Guerra" recria em estúdio, a partir dos objectos, fotografias e ambientes mais marcantes destas memórias femininas, um espaço de apresentação de testemunhos, onde as mulheres partilham as suas histórias de guerra. Em cenários de assumida teatralidade, vão sendo construídas as imagens femininas da guerra, onde os universos doméstico e bélico se cruzam. Cenário feito também de violência e da desolação de uma guerra, contrariando um olhar romântico, que tão rapidamente se pode tornar nostálgico. Se há algo que sobressai do discurso feminino sobre a guerra, é a ideia de que esta é sempre iníqua e devastadora. Afinal, é de guerra que se fala.
Um filme com Ana Maria Gomes, Anabela Oliveira, Aura Teles, Beatriz Neto, Clementina Rebanda, Conceição Cristino, Conceição Silva, Cristina Silva, Ercília Pedro, Fernanda Cota, Giselda Pessoa, Isilda Alves, Júlia Lemos, Lucília Costa, Manuela Castelo, Manuela Mendes, Margarida Simão, Maria Alice Carneiro, Maria Arminda Santos, Maria Augusta Filipe, Maria de Lourdes Costa.
quarta-feira, 30 de março de 2011
DEUS PATRIA AUTORIDADE e BOM POVO PORTUGUÊS no festival panorama
17:00 | Cinema São Jorge - Sala 3 "Percursos no Documentário Português: Cinema no Pós-Abril" de Fernando Lopes / Rui Simões 11' | 1975 / 103' | 1975 |
21:30 | Cinema São Jorge - Sala 3 Percursos no Documentário Português - "Cinema no Pós-Abril" de Rui Simões 132' | 1980 |
23:20 | Cinema São Jorge - Sala 2 |
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CICLO FERNANDO LEMOS
Dando continuidade ao ciclo de exposições de obras de amigos do casal Szenes, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, contando novamente com o apoio mecenático da Fundação EDP, traz a Portugal a obra recente de Fernando Lemos, artista português residente no Brasil desde 1953.
Os trabalhos recentes agora apresentados, realizados entre 2005 e 2009, apesar de terem por base a fotografia, dividem-se entre desenhos e fotografias, justificando deste modo a dualidade do título da exposição: “ISTO É ISTO” constitui um conjunto de 154 desenhos, realizados ao longo de um ano num caderno de apontamentos de capa dura, de pequeno formato (A5), que a par dos desenhos estará também ele exposto; “EX-FOTOS” refere-se ao núcleo da fotografia, onde são apresentadas 20 fotografias feitas a partir de provas fotográficas de amadores, rejeitadas, que Lemos aproveitou para trabalhar, riscando, rasgando e pintando sobre o original, re-fotografando-as digitalmente e imprimindo-as no formato 70x100 cm.
Mantendo a distinção entre desenhos e fotografias, será lançado um catálogo da série fotográfica, que inclui textos do próprio Fernando Lemos e da sua filha, e estará disponível para consulta ou compra uma edição fac-similada do caderno de desenhos do artista.
No âmbito da exposição ISTO É ISTO e EX-FOTOS, haverá ainda leitura de poemas de Fernando Lemos, por Jorge Silva Melo, e a projecção de um ciclo de documentários sobre o artista.
CICLO FERNANDO LEMOS
17 outubro | 7 & 21 novembro | 9 janeiro 2011 | domingo 15h30
Fernando Lemos – atrás da Imagem
Realizado por Guilherme Coelho, 2006, 55’
16 janeiro 2011 | domingo 15h30
Luz Teimosa
Realizado por Luis Alves de Matos, 2010, 75’
24 outubro | 14 & 28 novembro | 23 janeiro 2011 | domingo 15h30
Foto Doc: Fernando Lemos
Realizado por Camila Garcia e Renato Suzuki, 2005, 30' 20''
Fernando Lemos e o Surrealismo
Realizado por Bruno de Almeida e Pedro Aguilar, 2006, 10’
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
SEM ABRIGO LISBOA
Os filmes exibidos são:
- Documentário “Ruas da Amargura”, de Rui Simões;
- Curta-metragem “Estou para aqui assim…”, de Diogo Pessoa de Andrade;
- Curta-metragem “A more close look”, de Vítor Santos.
Esta sessão destina-se não só a profissionais de saúde e do audiovisual, mas a todos os cidadãos interessados na problemática das pessoas sem abrigo. No final da sessão decorre uma conversa com os realizadores.
A exposição “Sem Abrigo Lisboa – promover a inclusão social” consiste em 13 esculturas de bronze, em tamanho real, que retratam pessoas sem abrigo, da autoria do escultor dinamarquês Jens Galschiøt.
Pensadas para serem exibidas em locais públicos, com o objectivo de sensibilizar o cidadão para a realidade das pessoas sem abrigo, a exposição teve início em Abril de 2010, no Parlamento Europeu, na Bélgica, e já passou por várias cidades europeias, de países como a Dinamarca, Hungria e Itália.
Inaugurada em Portugal no dia 21 de Dezembro de 2010, a exposição esteve em exibição até ao final de 2010 na Praça dos Restauradores, em Lisboa, e encontra-se, até ao dia 17 de Janeiro de 2011, patente nos Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian.